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Pink Floyd
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INSANIA RUBRA - O segundo álbum é sempre o mais difícil. Pedro Gaio sabia. E respondeu à altura.

"Insania Rubra" significa "loucura vermelha" em latim. É sobre paixão, raiva, sangue, sobre o que arde e consome. A capa, com o demónio Rubrocor, é violenta e bela. A música também.

O início do álbum não é o mais forte. "Catch The Fire" prende, mas não agarra como as aberturas do avô. É a principal fraqueza do disco.

Mas o final é de cortar a respiração. "Burn It Down", "The End Is Here" e "Save Me" formam um crescendo de 22 minutos que termina com a música mais longa da carreira de Pedro — 10 minutos e 56 segundos de catarse.

Anna Fields canta em três músicas: "Sharks", "Alice" e "ERROR". A primeira é agressiva. A segunda é perturbadora. A terceira é vulnerável. Ela é a grande revelação do álbum.

Diane Ross, 93 anos, produziu o disco com a mestria de quem passou décadas ao lado do melhor. O som é limpo, pesado, imersivo.

"Insania Rubra" não é "Eternal Legacy". Não é o avô. Mas é um passo gigante na direção certa. Pedro Gaio está a sair da sombra. E o caminho é promissor.
O segundo álbum é sempre o mais difícil. Pedro Gaio sabia. E respondeu à altura. "Insania Rubra" significa "loucura vermelha" em latim. É sobre paixão, raiva, sangue, sobre o que arde e consome. A capa, com o demónio Rubrocor, é violenta e bela. A música também. O início do álbum não é o mais forte. "Catch The Fire" prende, mas não agarra como as aberturas do avô. É a principal fraqueza do disco. Mas o final é de cortar a respiração. "Burn It Down", "The End Is Here" e "Save Me" formam um crescendo de 22 minutos que termina com a música mais longa da carreira de Pedro — 10 minutos e 56 segundos de catarse. Anna Fields canta em três músicas: "Sharks", "Alice" e "ERROR". A primeira é agressiva. A segunda é perturbadora. A terceira é vulnerável. Ela é a grande revelação do álbum. Diane Ross, 93 anos, produziu o disco com a mestria de quem passou décadas ao lado do melhor. O som é limpo, pesado, imersivo. "Insania Rubra" não é "Eternal Legacy". Não é o avô. Mas é um passo gigante na direção certa. Pedro Gaio está a sair da sombra. E o caminho é promissor.
Farther Than The Sun - O neto chegou.

Pedro Gaio, 23 anos, neto de Tomás Gaio, estreou-se com um álbum que não tenta ser o avô. É mais curto. Mais directo. Mais moderno.

"Farther Than The Sun" é sobre encontrar o seu lugar. Sobre não gostar do que se é. Sobre voar para além do sol. A voz de Pedro é parecida com a do avô, mas não igual. É mais jovem. Mais crua. Mais urgente.

Anna Fields, guitarrista principal, canta em duas músicas: "CHOKE" e "Satisfied". A primeira é sufocante. A segunda é irónica. Juntas, mostram a versatilidade da banda.

"Uprising" traz Liam Thorne, o discípulo de Tomás Gaio, numa passagem de testemunho que emociona.

O primeiro álbum não é perfeito. Mas é promissor. E o sangue do Gaio continua a correr.
Farther Than The Sun
O neto chegou. Pedro Gaio, 23 anos, neto de Tomás Gaio, estreou-se com um álbum que não tenta ser o avô. É mais curto. Mais directo. Mais moderno. "Farther Than The Sun" é sobre encontrar o seu lugar. Sobre não gostar do que se é. Sobre voar para além do sol. A voz de Pedro é parecida com a do avô, mas não igual. É mais jovem. Mais crua. Mais urgente. Anna Fields, guitarrista principal, canta em duas músicas: "CHOKE" e "Satisfied". A primeira é sufocante. A segunda é irónica. Juntas, mostram a versatilidade da banda. "Uprising" traz Liam Thorne, o discípulo de Tomás Gaio, numa passagem de testemunho que emociona. O primeiro álbum não é perfeito. Mas é promissor. E o sangue do Gaio continua a correr.
THE VAULT III - O cofre fechou-se.

O terceiro volume da trilogia é o mais completo. O mais emocional. O mais definitivo.

"Tested And Able" marca o regresso de Diane Ross aos vocais — 52 anos depois de "Talk To Me". A guitarrista canta nos versos, Gaio responde no refrão, e o resultado é um dos momentos mais bonitos da carreira de ambos.

"Marching In Time" é a última música do último álbum do cofre. 7 minutos e 34 segundos de épico. Gaio canta sobre o tempo, sobre a marcha, sobre a despedida. "Don't let this cold world change you", repete. É o conselho final. É o legado.

O cofre fechou-se. Mas a música continua.
THE VAULT III
O cofre fechou-se. O terceiro volume da trilogia é o mais completo. O mais emocional. O mais definitivo. "Tested And Able" marca o regresso de Diane Ross aos vocais — 52 anos depois de "Talk To Me". A guitarrista canta nos versos, Gaio responde no refrão, e o resultado é um dos momentos mais bonitos da carreira de ambos. "Marching In Time" é a última música do último álbum do cofre. 7 minutos e 34 segundos de épico. Gaio canta sobre o tempo, sobre a marcha, sobre a despedida. "Don't let this cold world change you", repete. É o conselho final. É o legado. O cofre fechou-se. Mas a música continua.
you seem pretty sad for a girl so in love
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Olivia Rodrigo
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THE VAULT II - Um ano após o primeiro volume, Gaio regressou com mais 9 músicas. Menos tempo de espera. Menos mistério. Mais explosão.

"Metalingus" com Myles Kennedy é o ponto alto — gravado em 2025, quando Gaio conheceu o seu ídolo, esperou 50 anos para o mundo ouvir. "Black Treacle" com Alex Turner é a colaboração improvável que ninguém sabia que precisava. E "Army Of The Underappreciated" — escrita em 2018, antes da carreira, antes de tudo — é o miúdo na garagem a sonhar.

O segundo volume é mais rápido, mais agressivo, menos contido. Se "The Vault I" era o mistério, "The Vault II" é a explosão.

O cofre ainda tinha coisas. E Gaio ainda as tinha para dar.
THE VAULT II
Um ano após o primeiro volume, Gaio regressou com mais 9 músicas. Menos tempo de espera. Menos mistério. Mais explosão. "Metalingus" com Myles Kennedy é o ponto alto — gravado em 2025, quando Gaio conheceu o seu ídolo, esperou 50 anos para o mundo ouvir. "Black Treacle" com Alex Turner é a colaboração improvável que ninguém sabia que precisava. E "Army Of The Underappreciated" — escrita em 2018, antes da carreira, antes de tudo — é o miúdo na garagem a sonhar. O segundo volume é mais rápido, mais agressivo, menos contido. Se "The Vault I" era o mistério, "The Vault II" é a explosão. O cofre ainda tinha coisas. E Gaio ainda as tinha para dar.
THE VAULT I - Depois de "Tomás Gaio" (2060), o mundo acreditava que a carreira do artista português tinha chegado ao fim. 14 anos de silêncio. 14 anos de espera. E de repente, sem aviso, "The Vault I" surgiu.

Não é um álbum oficial, avisou Gaio. É uma prenda. Um bónus. O que ficou no caminho.

Mas que prenda.

9 músicas. 43 minutos. Material escrito entre 2030 e 2057. "Dying Machine" — que ia abrir TG IX e ficou 18 anos no cofre — é o centro emocional do álbum. "Waters Rising" traz Myles Kennedy e Mark Tremonti numa colaboração que parecia sonho. "Fall Back To Earth" é Slash e Gaio a improvisar, como quem tem tempo livre.

O cofre abriu-se. E veio ouro.
THE VAULT I
Depois de "Tomás Gaio" (2060), o mundo acreditava que a carreira do artista português tinha chegado ao fim. 14 anos de silêncio. 14 anos de espera. E de repente, sem aviso, "The Vault I" surgiu. Não é um álbum oficial, avisou Gaio. É uma prenda. Um bónus. O que ficou no caminho. Mas que prenda. 9 músicas. 43 minutos. Material escrito entre 2030 e 2057. "Dying Machine" — que ia abrir TG IX e ficou 18 anos no cofre — é o centro emocional do álbum. "Waters Rising" traz Myles Kennedy e Mark Tremonti numa colaboração que parecia sonho. "Fall Back To Earth" é Slash e Gaio a improvisar, como quem tem tempo livre. O cofre abriu-se. E veio ouro.
Tomás Gaio - "Isto é o que fui. Isto é o que sou. Isto é o que fica."

Tomás Gaio não é apenas o décimo álbum de uma carreira de 40 anos. É a declaração final. O resumo de uma vida. A identidade de um homem que, durante quatro décadas, deu voz a milhões.

Depois de nove álbuns que exploraram casas, vazios, raivas e amores — de R U MINE? (2021) a TG IX (2057) — Gaio entrega o seu testamento musical. Onze faixas que percorrem todas as emoções humanas, todas as fases da sua jornada, todas as verdades que guardou.

Aqui encontra-se o perdão (Calm The Fire), o regresso a casa (Coming Home), a presença eterna de Sarah em The Great Beyond (com um riff composto por ela em 2028), a justiça tardia de The Uninvited (demo de 2044), a bênção de Godspeed, e o fim solitário de How The Story Ends — a última música, gravada integralmente por Gaio: bateria, guitarra e voz. Sozinho. Como começou. Como termina.

É um álbum autointitulado porque, no fim, depois de todas as máscaras, de todas as metáforas, de todas as casas construídas, resta apenas o homem. Tomás Gaio.

---

🎵 SOBRE AS MÚSICAS

1. Calm The Fire 
A abertura. O perdão. O amor como resposta. "Now more than ever what we need is a little love." A mensagem final de 40 anos de música.

2. The Great Beyond 
O além. O desconhecido. Com um riff composto por Sarah em 2028 — 32 anos de espera. Ela está aqui. Sempre esteve.

3. Cry Me A River 
A ironia. O confronto. A resposta a quem duvidou. Mas sem raiva. Com a sabedoria de quem já não precisa de provar nada.

4. Coming Home 
O regresso. De "I'm going back to 505" (2021) a "Far from home" (2057), agora finalmente "Coming Home". O círculo fecha-se.

5. The Uninvited 
Demo original de 2044. O acerto de contas. "Now your fate has been decided." A voz de Gaio há 16 anos. A justiça que esperou.

6. Falling Forever 
A queda eterna. O centro emocional do álbum. A depressão, a ansiedade, a sensação de nunca chegar ao fundo.

7. Crows On A Wire 
Demo do guardanapo (2044). Escrita bêbado na festa de lançamento de Gambler's Hand. 16 anos de espera. Agora, finalmente, como devia ser.

8. Before Tomorrow Comes 
A urgência. O agora. Antes que seja tarde.

9. Godspeed 
A bênção. A despedida. "Que a jornada seja segura. Que o vento esteja a teu favor. Que encontres o que procuras." Para quem parte. Para quem fica. Para todos.

10. Island Of Fools 
A loucura. A ilusão. O mundo que nos rodeia.

11. How The Story Ends 
O fim. Bateria, guitarra e voz gravadas por Gaio. Sozinho. Como começou. Como termina. "How the story ends? Depende de ti."
Tomás Gaio
"Isto é o que fui. Isto é o que sou. Isto é o que fica." Tomás Gaio não é apenas o décimo álbum de uma carreira de 40 anos. É a declaração final. O resumo de uma vida. A identidade de um homem que, durante quatro décadas, deu voz a milhões. Depois de nove álbuns que exploraram casas, vazios, raivas e amores — de R U MINE? (2021) a TG IX (2057) — Gaio entrega o seu testamento musical. Onze faixas que percorrem todas as emoções humanas, todas as fases da sua jornada, todas as verdades que guardou. Aqui encontra-se o perdão (Calm The Fire), o regresso a casa (Coming Home), a presença eterna de Sarah em The Great Beyond (com um riff composto por ela em 2028), a justiça tardia de The Uninvited (demo de 2044), a bênção de Godspeed, e o fim solitário de How The Story Ends — a última música, gravada integralmente por Gaio: bateria, guitarra e voz. Sozinho. Como começou. Como termina. É um álbum autointitulado porque, no fim, depois de todas as máscaras, de todas as metáforas, de todas as casas construídas, resta apenas o homem. Tomás Gaio. --- 🎵 SOBRE AS MÚSICAS 1. Calm The Fire A abertura. O perdão. O amor como resposta. "Now more than ever what we need is a little love." A mensagem final de 40 anos de música. 2. The Great Beyond O além. O desconhecido. Com um riff composto por Sarah em 2028 — 32 anos de espera. Ela está aqui. Sempre esteve. 3. Cry Me A River A ironia. O confronto. A resposta a quem duvidou. Mas sem raiva. Com a sabedoria de quem já não precisa de provar nada. 4. Coming Home O regresso. De "I'm going back to 505" (2021) a "Far from home" (2057), agora finalmente "Coming Home". O círculo fecha-se. 5. The Uninvited Demo original de 2044. O acerto de contas. "Now your fate has been decided." A voz de Gaio há 16 anos. A justiça que esperou. 6. Falling Forever A queda eterna. O centro emocional do álbum. A depressão, a ansiedade, a sensação de nunca chegar ao fundo. 7. Crows On A Wire Demo do guardanapo (2044). Escrita bêbado na festa de lançamento de Gambler's Hand. 16 anos de espera. Agora, finalmente, como devia ser. 8. Before Tomorrow Comes A urgência. O agora. Antes que seja tarde. 9. Godspeed A bênção. A despedida. "Que a jornada seja segura. Que o vento esteja a teu favor. Que encontres o que procuras." Para quem parte. Para quem fica. Para todos. 10. Island Of Fools A loucura. A ilusão. O mundo que nos rodeia. 11. How The Story Ends O fim. Bateria, guitarra e voz gravadas por Gaio. Sozinho. Como começou. Como termina. "How the story ends? Depende de ti."

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Alta rotação - Todas as faixas de que não te cansas ultimamente. Em constante atualização.
Alta rotação
Todas as faixas de que não te cansas ultimamente. Em constante atualização.
As minhas essenciais - As músicas de que mais gostas. Quanto mais usas a Apple Music, melhor é a mix. Atualizada todas as terças-feiras.
As minhas essenciais
As músicas de que mais gostas. Quanto mais usas a Apple Music, melhor é a mix. Atualizada todas as terças-feiras.
Para levantar! - Quer seja uma manhã de semana ou sábado à noite, deixa-te levar por esta mix cheia de energia. Atualizada às segundas.
Para levantar!
Quer seja uma manhã de semana ou sábado à noite, deixa-te levar por esta mix cheia de energia. Atualizada às segundas.
Chill - Temas que ajudam a descontrair e relaxar. Atualizada aos domingos.
Chill
Temas que ajudam a descontrair e relaxar. Atualizada aos domingos.
Música nova - Descobre músicas novas de artistas de que achamos que vais gostar. Atualizada às sextas.
Música nova
Descobre músicas novas de artistas de que achamos que vais gostar. Atualizada às sextas.
INSANIA RUBRA - O segundo álbum é sempre o mais difícil. Pedro Gaio sabia. E respondeu à altura.

"Insania Rubra" significa "loucura vermelha" em latim. É sobre paixão, raiva, sangue, sobre o que arde e consome. A capa, com o demónio Rubrocor, é violenta e bela. A música também.

O início do álbum não é o mais forte. "Catch The Fire" prende, mas não agarra como as aberturas do avô. É a principal fraqueza do disco.

Mas o final é de cortar a respiração. "Burn It Down", "The End Is Here" e "Save Me" formam um crescendo de 22 minutos que termina com a música mais longa da carreira de Pedro — 10 minutos e 56 segundos de catarse.

Anna Fields canta em três músicas: "Sharks", "Alice" e "ERROR". A primeira é agressiva. A segunda é perturbadora. A terceira é vulnerável. Ela é a grande revelação do álbum.

Diane Ross, 93 anos, produziu o disco com a mestria de quem passou décadas ao lado do melhor. O som é limpo, pesado, imersivo.

"Insania Rubra" não é "Eternal Legacy". Não é o avô. Mas é um passo gigante na direção certa. Pedro Gaio está a sair da sombra. E o caminho é promissor.
INSANIA RUBRA
O segundo álbum é sempre o mais difícil. Pedro Gaio sabia. E respondeu à altura. "Insania Rubra" significa "loucura vermelha" em latim. É sobre paixão, raiva, sangue, sobre o que arde e consome. A capa, com o demónio Rubrocor, é violenta e bela. A música também. O início do álbum não é o mais forte. "Catch The Fire" prende, mas não agarra como as aberturas do avô. É a principal fraqueza do disco. Mas o final é de cortar a respiração. "Burn It Down", "The End Is Here" e "Save Me" formam um crescendo de 22 minutos que termina com a música mais longa da carreira de Pedro — 10 minutos e 56 segundos de catarse. Anna Fields canta em três músicas: "Sharks", "Alice" e "ERROR". A primeira é agressiva. A segunda é perturbadora. A terceira é vulnerável. Ela é a grande revelação do álbum. Diane Ross, 93 anos, produziu o disco com a mestria de quem passou décadas ao lado do melhor. O som é limpo, pesado, imersivo. "Insania Rubra" não é "Eternal Legacy". Não é o avô. Mas é um passo gigante na direção certa. Pedro Gaio está a sair da sombra. E o caminho é promissor.
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